Principal produto CURSO ONLINE E AO VIVO BIOFLOCOS – O FUTURO DA CRIAÇÃO INTENSIVA DE PEIXES – MÓDULO BÁSICO

CURSO ONLINE E AO VIVO BIOFLOCOS – O FUTURO DA CRIAÇÃO INTENSIVA DE PEIXES – MÓDULO BÁSICO

CURSO ONLINE E AO VIVO BIOFLOCOS – O FUTURO DA CRIAÇÃO INTENSIVA DE PEIXES – MÓDULO BÁSICO

R$299,00

Certamente você já ouviu falar que para produzir tilápias, por exemplo, era necessário construir uma fazenda com grandes viveiros escavados, ou então dispor da cessão de uso de uma determinada área aquícola em um reservatório de água de uma hidroelétrica.

Entretanto, o futuro chegou! Conheça sobre um dos principais sistemas de produção de peixes do futuro: BFT, da sigla em inglês, BioFloc Technology.

Em somente 1.000 m³, você pode produzir até 40 toneladas/ano de peixes. A questão não é mais cultivar em grandes áreas e sim, dominar uma tecnologia intensiva e biossegura de produção!

Neste curso você aprenderá, passo a passo, como definir o tamanho do seu projeto, desde a correta localização até o layout do empreendimento. Saiba como preparar o sistema, receber os alevinos com segurança e criar os animais aproveitando ao máximo o potencial genético de espécies como tilápia Oreochromis niloticus, peixes redondos e outros. Assuntos que são a “chave do sucesso” deste negócio, são abordados neste curso de forma clara e objetiva. Afinal de contas, o maior desejo da Aquaculture Brasil, sem dúvidas, é tornar o Brasil o maior produtor aquícola mundial! Vem aprender com a gente!

Data: Em breve novas datas

Horário: 18:00 as 21:00 horas (horário de Brasília).

Carga horária: 6 horas.

Emissão de certificado digital.

Disponibilização de material: vídeo do curso será disponibilizado por período determinado.

 

Fora de estoque

REF: bioflocos-basico-1 Categoria Tag:

Descrição

Entenda os princípios do sistema bioflocos e implante a sua fazenda em qualquer lugar do Brasil! Através dos sistemas intensivos e biosseguros de produção de peixes, acabou a necessidade de localizar-se próximo a um recurso hídrico (rio, lago, etc) para produzir com segurança e alta lucratividade. Sua região é fria o suficiente para não produzir uma espécie tropical como a tilápia O. niloticus? Não se preocupe! Peixes produzidos em estufas já são realidade em várias regiões do Brasil. Além disso, diversos cases de sucesso são apresentados para que o participante conheça os prós e contras de cada projeto.

 

O MÓDULO BÁSICO, está dividido em:

Dia 01:

  • Unidade I – Produção de organismos aquáticos;
  • Unidade II – Sistemas convencionais de produção de peixes: principais dificuldades;
  • Unidade III – Novos métodos de piscicultura, rumo ao BFT!;
  • Unidade IV – Princípios do sistema BFT: o que é e como funciona;
  • Unidade V – Projetos monofásicos, bifásicos e trifásicos;
  • Unidade VI – Casesde sucesso em sistema BFT;
  • Unidade VII – Cuidados na recepção de alevinos até a fase de engorda.

Dia 02:

  • Unidade VIII –  Formação do bioflocos;
  • Unidade IX – Microorganismos: o que é preciso saber;
  • Unidade X – Manejo alimentar e o balanço da relação C:N (carbono e nitrogênio);
  • Unidade XI – A importância da aeração – conceitos básicos de dimensionamento;
  • Unidade XII – Cultivos em água salinizada artificialmente;
  • Unidade XIII – Custos de implantação e produção.

 

Ministrante: Dr. Giovanni Lemos de Mello

Graduado na primeira turma do Brasil de Engenheiros de Aquicultura, pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2003), possui Mestrado (2007) e Doutorado (2014) pelo Programa de Pós-Graduação em Aquicultura da UFSC. A partir de 2002 atuou como consultor técnico em diversas fazendas de cultivo de camarão marinho de SC. Em 2006 fundou a empresa AQUACONSULT – Projetos e Serviços em Aquicultura e Meio Ambiente, sendo homenageado pelo Presidente do CREA-SC como a primeira empresa de aquicultura filiada ao órgão, no Estado. Entre 2006 e 2013 participou da coordenação do “Projeto Tilápia Marinha”, com objetivo de desenvolver um pacote tecnológico visando o policultivo de tilápias e camarões marinhos em viveiros abandonados de carcinicultura. Nos anos 2006 e 2007 foi consultor técnico da Comissão de Carcinicultura da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE), publicando dois livros a partir dos trabalhos desenvolvidos. Entre 2007 e 2010 foi assessor técnico do Laboratório Estaleirinho, onde participou do Programa de Certificação Sanitária e Melhoramento Genético em Litopenaeus vannamei, buscando desenvolver linhagens resistentes ao vírus da Síndrome da Mancha Branca. Presidiu o Comitê Científico das três edições da AQUAPESCABRASIL (2010, 2011 e 2012). A partir de fevereiro de 2009 ingressou na área da pesquisa, através de sua contratação pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI) para o cargo de Agente Técnico de Formação Superior III, atuando no Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca – CEDAP (fevereiro a junho /2009) e no Campo Experimental de Piscicultura de Camboriú – CEPC (julho/2009 a março de 2011). Desde então, a piscicultura marinha é uma de suas principais linhas de pesquisa. Entre outubro de 2010 e março de 2013 foi professor colaborador do Curso de Engenharia de Pesca da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC/Laguna). Em março de 2013, foi efetivado nesta Instituição, onde atualmente é Professor Adjunto II. Pesquisador a 8 anos, suas principais linhas de pesquisa são “piscicultura marinha”; e “economia e finanças na aquicultura”. Atualmente coordena o Laboratório de Aquicultura (LAQ) da UDESC. É editor da revista AQUACULTURE BRASIL, fundada em agosto de 2016. Há 15 anos ministra cursos presenciais e online sobre temas relacionados à aquicultura, especialmente ligados à qualidade de água, cultivo de camarões marinhos, sistemas intensivos de produção, equilíbrio iônico, policultivos, entre outros.