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Legislação Brasileira para pescado e produtos da pesca e aquicultura

Alex Augusto Gonçalves
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A globalização e o aumento da comercialização de produtos da pesca e aquicultura vêm incrementando a competitividade entre as empresas, e em alguns momentos, incrementando o risco de fraude econômica. Para garantir a qualidade e identidade dos produtos da pesca e aquicultura, todos os países produtores, exportadores e importadores estão tendo que se adequar às legislações de cada país, ou seguindo as recomendações do Codex Alimentarius, ou em último caso, seguindo apenas as Boas Práticas de Fabricação, para garantir a qualidade de seus produtos

Produção do neon gobie Elacatinus figaro

Ricardo Vieira Rodrigues
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Nas últimas duas colunas publicadas nas edições anteriores da Revista Aquaculture Brasil, abordei o tema “Piscicultura Ornamental Marinha”. Nesta edição comentarei sobre a produção do neon gobie Elacatinus figaro. Essa espécie é endêmica do litoral brasileiro, com distribuição do Ceará até Santa Catarina.

Inovações Tecnológicas na Cadeia Ranícola

Andre Muniz Afonso
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O termo “inovação” deriva do latim innovatio e, segundo Indriunas (2011), significa toda novidade implantada pela empresa, por meio de pesquisas ou investimentos, que aumenta a eficiência do processo produtivo ou que implica em um novo ou aprimorado produto. Em 2004, foi criada a Lei de Incentivo à Inovação (Lei n° 10.973) e em 2016 outra lei (Lei n° 13.243), mais abrangente, veio a substituí-la.

A precisão em pequenos volumes

Eduardo Gomes Sanches
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Poucos sabem que tenho um longo passado de aquarista. Na verdade meu futuro foi escrito em minha infância, naqueles dias de verão, em que pescava e trazia lambaris e barrigudinhos para casa para colocar em um pequeno aquário. Muito tempo se passou desde esta época. Hoje sou pesquisador científico de uma importante instituição de pesquisa, mas os "pequenos aquários" mudaram muito mais.

Criação de peixes em “caixas d’água” – nova moda entre os iniciantes

Fábio Sussel
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Felizmente a produção de proteína aquática tem despertado cada vez mais interesse na sociedade, especialmente daqueles que não são proprietários de terras e que mesmo assim vislumbram potencial econômico na criação de peixes. Acontece que estão interpretando de forma equivocada alguns sistemas novos que permitem a prática da aquicultura intensiva sem a necessidade de estarem na zona rural. Portanto, o objetivo deste artigo é elucidar algumas questões bem simples, mas que são fundamentais na tomada de decisão antes de investir na atividade.

Modelo misto de alimentação

Artur Nishioka Rombenso
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Esse é meu 10˚ artigo, referente à coluna de Nutrição, publicado nas mídias da Aquaculture Brasil (site e revista). Nos artigos anteriores mencionei conceitos e pontos importantes em relação à qualidade nutricional e método de fabricação dos alimentos aquícolas. Hoje vou abordar um tema relacionado à alimentação dos organismos aquáticos: o modelo misto de alimentação.

Tesouro de escamas

André Camargo
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O desenvolvimento da aquicultura brasileira tem como segunda espécie mais importante o tambaqui, onde segundo a Peixe BR, Associação Brasileira de Piscicultura, produzimos em 2016 mais de 250 mil toneladas do grupo de peixes redondos, composto pelo tambaqui e seus híbridos. As expectativas de crescimento da produção dos redondos não param de crescer e podemos ter brevemente surpresas na composição dos números da piscicultura nacional. O estado de maior destaque na produção é Rondônia, seguido de Mato Grosso.

Metabolismo das microalgas

Roberto Bianchini Derner
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Diferente dos demais organismos cultivados em aquicultura, o crescimento das microalgas é medido, em geral, pelo número de células (densidade celular), assim, a unidade é a cultura – uma população contendo milhares e até milhões de células por mililitro. Mesmo podendo apresentar diferentes mecanismos reprodutivos (sexuado e assexuado), as microalgas quando em cultivo são induzidas a se reproduzirem por sucessivas divisões mitóticas (divisão binária ou múltipla), e assim a cultura cresce em número de células e biomassa.