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Vacinas contra parasitos de peixes – Uma realidade muito distante?

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Não é mais novidade que os surtos de doenças na aquicultura, por muitas vezes, ocorrem pela falta de boas práticas de manejo, alimentação inadequada e situações precárias de qualidade da água. Estes fatores contribuem para um cenário onde parasitos oportunistas se proliferem em curtos períodos de tempo. Sendo assim, é necessário intervir com medidas de controle sanitário, após fazer um correto diagnóstico para ter conhecimento sobre a doença parasitária, como o ciclo de vida e ecologia dos parasitos. Uma vez diagnosticada a doença, o tratamento ou medidas profiláticas, devem ser imediatos, a tempo de evitar perdas.

Probióticos na Piscicultura

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Quando se pretende aumentar a produtividade na criação animal, seja em pequena ou larga escala, um quesito importante a ser observado é a sanidade. Grandes mortalidades de peixes são observadas quando há a intensificação da produção e quando boas práticas de manejo não são realizadas, tanto em tanques-rede quanto em viveiros escavados. A ocorrência de enfermidades tem como principal fator o desequilíbrio do triângulo epidemiológico patógeno- hospedeiro-meio ambiente, devido à deterioração da qualidade de água e/ou bem-estar do animal, que consequentemente diminui a capacidade de resposta imunológica dos peixes, favorecendo assim o desenvolvimento de doenças.

Cultivo de pepino do mar no Brasil – Uma alternativa para um cenário de incertezas

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O cultivo de pepino do mar é considerada uma das atividades aquícolas que mais crescem no mundo. Atualmente, diversos países como Austrália, Canadá, China, Equador, Índia, Japão, Irã, México, USA, Arábia Saudita e Madagascar têm colocado o desenvolvimento de cultivo de pepinos do mar como área estratégica de seus investimentos (PURCELL et al., 2012).

Quantos peixes tem no mar?

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Quantos peixes tem no mar? Isto eu não sei dizer, mas posso garantir que são bem mais numerosos que a quantidade de empreendedores que se dedicam a cultivá-los. Durante o AQUACIÊNCIA deste ano, em Belo Horizonte (MG), estávamos discutindo a situação da piscicultura marinha no Brasil – área que dedicamos nossa vida profissional há mais de uma década. Resolvemos então escrever este artigo para apresentar os resultados do estudo que fizemos recentemente no litoral norte do Estado de São Paulo. Durante este trabalho visitamos e entrevistamos os piscicultores marinhos buscando conhecer quem são, o que fazem e quais suas necessidades e expectativas.

Aplicação de sprays de ozônio como estratégia para melhorar a qualidade e segurança microbiológica do pescado

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O ozônio (O3) é uma forma alotrópica instável do oxigênio (O2), caracteriza-se como um gás incolor de odor pungente, instável e parcialmente solúvel em água, que se destaca por seu elevado poder oxidante (KHADRE et al., 2001; GONÇALVES; KECHINSKI, 2010). É um forte agente desinfetante com ação sobre uma grande variedade de organismos patogênicos, incluindo bactérias, vírus e protozoários, apresentado uma eficiência germicida que excede ao cloro. Seu mecanismo de ação está relacionado à sua capacidade de criar um potencial de oxirredução incompatível com o metabolismo microbiano, alterando a permeabilidade das membranas celulares e paralisando a atividade enzimática (GONÇALVES, 2016).

A Síndrome do Vírus da Mancha Branca no Cultivo de Camarões no Ceará – Relatos e Perspectivas

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Atualmente, o Estado do Ceará se notabiliza por ser o maior produtor de camarões da espécie Litopenaeus vannamei do Brasil. Esse cultivo tem se desenvolvido tanto em áreas litorâneas com a influência direta de águas estuarinas e marinhas, quanto em áreas de terra firme, longes das ações das marés oceânicas, e próximas as bacias hidrográficas continentais do Estado.

Aspectos Nutricionais da Artemia (Artemia sp.) – Novos Horizontes

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O crescimento exponencial da população mundial nas últimas décadas desencadeou uma busca frenética por fontes de alimentos alternativos capazes de suprir a nova demanda. Nesse contexto, a proteína de origem animal pode suprir com maior facilidade os requerimentos proteicos de animais e seres humanos do que a proteína de origem vegetal. No entanto, o consumo de farinhas de carne, peixe, sangue ou vísceras enfrenta barreiras sanitárias para a sua utilização na alimentação animal, enquanto o consumo de produtos cárneos por seres humanos pode estar associado a diversos fatores, como poder aquisitivo da população, restrições ideológicas ou religiosas, riscos cardiovasculares, carga microbiana, dentre outros.

Monogenea – Parasitos versáteis e problemáticos

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Vermes monogenéticos estão entre as parasitoses mais comuns que acometem os peixes em criação e de vida livre, de água doce e salgada. Este grupo de parasito é bastante diversificado e durante sua evolução desenvolveram diferentes estratégias de fixação sobre seus hospedeiros, bem como diferentes estratégias reprodutivas. Essas características os tornaram parasitos de importância para a aquicultura, sendo responsáveis por causarem surtos de mortalidade especialmente em peixes jovens. Muitas vezes, altas infestações em peixes em fase de crescimento podem causar o comprometimento das condições de saúde desses animais, com reflexo negativo sobre o desempenho zootécnico. Neste artigo abordaremos a Monogeníase, os principais agentes causadores da doença, sua relação com o hospedeiro, ambiente, as estratégias para prevenção e tratamento que podem ser utilizadas.

A Importância de se Resguardar a Sanidade da Carcinicultura Marinha Brasileira

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A perspectiva da carcinicultura marinha se transformar numa nova e sólida indústria do setor primário brasileiro, com um real viés para a exportação, começou a se materializar no final dos anos 90, mas só se tornou realidade nos primeiros anos da década de 2010, quando, de um lado, o Brasil evoluiu de 3.600 t (1997) para 90.360t (2003) e, de outro, se destacou no contexto das exportações, passando de 400 t / US$ 2,8 milhões em 1998 para expressivas 58.455 t / US$ 226,0 milhões em 2003. Inclusive, neste último ano, sem contar com incentivos e apoios governamentais específicos, o camarão cultivado ocupou o 2º lugar da pauta das exportações do setor primário do Nordeste e o 1º lugar nas exportações do setor pesqueiro brasileiro.