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Pesquisas com Microalgas no LNEG/Portugal

Pesquisas com Microalgas no LNEG/Portugal
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Nesta edição apresentamos algumas das atividades desenvolvidas na Unidade de Bioenergia (http://www.lneg.pt/iedt/unidades/4/ ) do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) situado em Lisboa, Portugal. As informações apresentadas foram obtidas por meio de material enviado pela Dra. Luisa Gouveia, Chefe do Autothrophic Microalgae Group.

À Unidade de Bioenergia compete a realização de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação: “no domínio das bioenergias, para a utilização de fontes renováveis de biomassa na produção de biocombustíveis e biomateriais; no domínio das biorrefinarias de biomassa, incluindo a biofixação de carbono, com vistas à diversificação das fontes energéticas, à diminuição da dependência de fontes externas e ao aumento da segurança do abastecimento; além do apoio às políticas públicas nacionais (de Portugal) nas áreas de biomassa, bioenergia e biocombustíveis”.

Com uma competente equipe de pesquisadores, experiência de mais de 30 anos e uma expressiva produção científica, a Unidade de Bioenergia tem no portfólio do LNEG (http://www.lneg.pt/portfolio/mobile/index.html#p=1) informações sobre os inúmeros projetos desenvolvidos em parceria com outros laboratórios/empresas portuguesas e de outros países da Comunidade Europeia. Dentre estes projetos, o de maior dimensão é o ALGAVALOR (MicroALGAs: produção integrada e VALORização da biomassa e das suas diversas aplicações, http://www.lneg.pt/iedt/projectos/619/ ), que tem como objetivo geral a produção integrada de microalgas e a valorização da sua biomassa e extratos em diferentes aplicações, estando previsto o desenvolvimento e lançamento de novos produtos nos mercados da alimentação humana, nutrição animal, cosmética e biofertilizantes, buscando novos processos produtivos e a sustentabilidade. O ALGAVALOR foi subdivido em um 6 subprojetos (SP) específicos (Figura1): valorização de microalgas para alimentação humana (SP 1); valorização de microalgas para alimentação animal (SP 2); valorização de microalgas para cosmética natural (SP 3); desenvolvimento de novos processos, incluindo reatores abertos de nova geração, e a otimização dos processos existentes, tendo em vista a obtenção de ganhos de escala e eficiência (SP 4); desenvolvimento de biofertilizantes agrícolas a partir de microalgas e aproveitamento de resíduos agroindustriais como inputs para a produção de “microalgas biológicas“ numa lógica de economia circular (SP 5); e por último, pretende-se que o projeto ALGAVALOR tenha um grande impacto multissetorial, nacional e internacional, nas várias linhas que estão sendo experimentadas (SP 6).

É fato que muitas pesquisas têm sido desenvolvidas visando ao emprego das microalgas/biomassa para a produção de biocombustíveis e, reconhecidamente, as atividades da Unidade de Bioenergia do LNEG são muito importantes e se somam àquelas de outros importantes grupos de pesquisa, os quais seguem buscando a viabilidade econômica desta atividade através de coprocessos e coprodutos.

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