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Pesquisadores descobrem tilápias mais resistentes à estreptococose

Pesquisadores descobrem tilápias mais resistentes à estreptococose
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Os Estados Unidos importam anualmente cerca de US$ 1 bilhão de tilápias, enquanto produzem aproximadamente outras 13.607 t. Isso torna a tilápia o quarto peixe mais consumido dos EUA. A produção da espécie gera, em todo o mundo, um faturamento anual de US$ 8 bilhões. No entanto, cerca de US$ 1 bilhão são perdidos todos os anos devido à estreptococose. Os principais culpados são duas bactérias: Streptococcus agalactiae e S. iniae. 

Cientistas do Agricultural Research Service (ARS) e demais parceiros da indústria aquícola desenvolveram uma tilápia resistente a S. iniae e S. agalactiae. Em geral, as estratégias para combater a estreptococose são eficazes, mas não atingem 100% da sua finalidade. As vacinas são caras e o uso de antibióticos suscita preocupações quanto à resistência antimicrobiana.

Biólogos moleculares da ARS mostraram que a criação seletiva para resistência a doenças é uma alternativa promissora. Os pesquisadores descobriram que os cruzamentos entre os peixes com melhor desempenho eram mais resistentes as bactérias que outras tilápias. Esta pesquisa abre portas para o desenvolvimento de mais linhas de tilápias com resistência a outros agentes patógenos. O estudo contou com a Akvaforsk Genetics, empresa de criação seletiva especializada em espécies de aquicultura, e a Spring Genetics, empresa de produção e distribuição de tilápias.

Os dados levantados mostram que as linhas de tilápias melhoradas economizarão, aproximadamente, numa fazenda de tamanho médio US$ 635 mil anualmente. Com o estudo, produtores irão produzir melhores peixes e usar menos antibióticos.

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